Biblioteca Pública Prof. Josef Blonski
Rua Henriqueta Rubim, nº 57, centro
São Gonçalo do Rio Abaixo - MG
Tel.: (31) 3820-1902
E-mail: bibsgra@gmail.com

segunda-feira, 30 de março de 2015

Oficina de Páscoa

A Biblioteca Pública Municipal Prof. Josef Blonski" realiza trabalhos de artesanato com leitores e público em geral. Estas ações buscam integrar as pessoas ao mundo da leitura, e ao mesmo tempo aproximar a comunidade das iniciativas que serão realizadas pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura.

No dia 27 foram oferecidas as oficinas de Páscoa, pelas funcionárias da Biblioteca, com a confecção de cenouras de EVA, coloridas, com um bombom dentro. As crianças ficaram muito animadas, e o produto foi muito significativo. Cerca de trinta pessoas fizeram as atividades. É importante mencionar que não são cobradas taxas, e o material utilizado é fornecido para todos, pela Biblioteca.














Outras oficinas já estão programadas. Informe-se. Participe.

terça-feira, 24 de março de 2015

Griôs da Nossa Terra

Hoje de manhã tivemos a visita dos alunos do 2º ano da Escola de Tempo Integral Maria de Lurdes D. Moreira dos Santos, uma turminha animadíssima que vieram conhecer, aprender sobre os Griôs de São Gonçalo do Rio Abaixo.
"Griôs da nossa terra , mestres da oralidade, do saber e do fazer" uma exposição que foi elaborada pela Prefeitura de São Gonçalo, através da Secretaria Municipal de Cultura. Pessoas que exerceram e exercem a função importante de serem "Griôs", contribuindo com suas narrativas para o conhecimento da cultura de nossa cidade.





GRIÔÉ um guardião da memória e da história oral de um povo ou comunidade, são líderes que têm a missão ancestral de receber e transmitir ensinamentos nas comunidades. A palavra é sagrada e, portanto valorizada num processo ancestral como fio condutor entre gerações e culturas. Neste contexto também assim são considerados sagrados os Griôs enquanto mantenedores dessas culturas.
O ser Griô é ritualístico, sua vida é formada por uma preparação onde ele tem o dever de escutar por um determinado tempo, o que para aquela comunidade é sagrado, e posteriormente transmitir esses ensinamentos.


sexta-feira, 20 de março de 2015

20 DE MARÇO DIA DO CONTADOR DE HISTÓRIAS


Antes que o mundo fosse presenteado com a TV e com a internet, ver um pai ou uma mãe com um livro aberto ou até dizendo de memória uma bonita história ao filho, era algo mais recorrente. Hoje, contudo, é mais fácil ver o pai ou a mãe ligar a TV ou o tablet, ou celular, para que o seu filho se distraia.
Nessa nova onda tecnológica, a família perde muito. Afrouxam-se os laços na medida em que os pais não mais compartilham, junto às narrativas de contos e lendas, e até mesmo de suas histórias pessoais, sua emoção, seu pensamento. Quem conta uma história não fala somente da história, fala de si enquanto a descreve. Além disso, ele sente a quem o ouve. Percebe seu sentir, sua dor, sua alegria. Sua angústia ou seu encanto.
Como é gostoso ouvir uma história bem legal e divertida, ainda mais quando a pessoa que está contando interpreta tão bem que parece que a história vira até realidade. 
20 de março, o Brasil comemora o  dia do Contadores de Histórias e hoje. Parabéns!!

quinta-feira, 19 de março de 2015

CONVITE

Convidamos a todos a participar da oficina em comemoração a páscoa. Iremos confeccionar uma surpresa recheada de bombons.
No dia 27 de março, sexta feira as 14:00 horas na biblioteca, venha participar.
Serão oferecidas 30 vagas. Faça sua inscrição na biblioteca de 8:00 as 18:00 horas.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Reunião do Grupo de Leitura da Biblioteca

No dia 9 de março realizou se mais uma  reunião do Grupo de Leitura da  Biblioteca Pública Municipal Prof. Josef Blonski.
A reunião foi muito concorrida e animada, Ieda relatou o resumo do livro "Adeus, China" de  Li Cunxin e ficamos todos com vontade de ler o livro pois o assunto e muito interresante.
Maria Barbara cantou a musica "O que é que eu sou sem Jesus" do Padre Alessandro Campos que a ajudou muito para evitar tristezas.
Interresante menciona que a leitora Maria Gabriela de 6 anos, se ofereceu para fazer o resumo do livro que esta lendo.
Foram distribuído bombos em comemoração do "Dia Internacional da Mulher".
Esse grupo vai longe!
Venha participar das nossas reuniões mensais. Você, concerteza poderar nos ajudar muito!


terça-feira, 3 de março de 2015

O papel da escola no incentivo à leitura

Blog do Galeno 

Imagine uma escola em que as crianças topam com um livro a toda a hora. Quando querem procurar algo para fazer, lá estão os exemplares, disponíveis. Se é hora de procurar informações, também estão eles lá, como opções. Para incentivar a escrita, contar histórias, eles são as estrelas. E aqui, estamos falando de literatura: uma história que faça o leitor viajar, encontrar com medos, ver suas dúvidas, dar muita risada, descobrir o mundo. E treinar muito, claro, sua capacidade de leitura, de entendimento, de prazer com o livro. E o que a escola pode fazer para ser realmente parceira nesta bela empreitada?


Leitura diária em voz alta ou em grupos
Em muitas escolas, é comum a leitura diária de história, desde o primeiro ano de vida da criança. É o momento para falar não apenas sobre a compreensão do texto, mas também sobre a sequência narrativa, a composição dos personagens, o cenário, além de chamar atenção sempre para as ilustrações. Mesmo as crianças não alfabetizadas devem ser expostas a leituras, que, neste caso podem ser compartilhadas em classe e acompanhadas de discussão do texto, dos elementos que o compõem e de análise do enredo.

Chance ao manuseio dos livros
Para que as crianças adquiram intimidade com os livros, é importante terem oportunidades de tocá-los, sem a intervenção de adultos. Fica tudo no ritmo da criança.

Acervos diversificados
Os livros devem ser diferentes, adequados à idade dos alunos, constantemente atualizados e bem conservados. As visitas à biblioteca devem fazer parte da rotina das crianças e, no local, é importante haver um profissional capaz de orientar os alunos e estimular a leitura de obras adequadas.

Os livros deles
Para as crianças, a possibilidade de levarem para a escola seus livros preferidos é um grande estímulo. Muitas escolas incentivam a prática, lendo em sala os livros dos alunos. Isso fará com que eles com compartilhem com os amigos e, quem sabem, emprestem um para o outro.

Pais como parceiros
As escolas devem chamar os pais como aliados no estímulo à leitura. Podem ser indicações em conversas, via internet ou em reuniões. Ou colocar livros à disposição na escola e convidar os pais a conhecer o acervo.

Visita de autores
Encontros com autores são positivos para as crianças adquirirem maior intimidade com seus livros, histórias e personagens e perceberem que criar histórias é inclusive uma profissão. Mas a escolha precisa ser bem cuidada: de preferência, deve partir – ou pelo menos ser muito bem aprovada – pelas crianças. E nada de limitar as crianças a conhecerem apenas os autores que vão às escolas. O bacana é que a oferta seja ampla, ver o que agrada e aí sim contatar as editoras.

Professores leitores e atualizados
Para atuar na formação de novos leitores, ninguém melhor do que professores leitores. Deve fazer parte do pré-requisito deles ser um leitor ativo. E promover grupos de leitura entre professores, como parte de um projeto de formação continuada, deve fazer parte da dinâmica da escola.

Leituras obrigatórias
As leituras obrigatórias parecem ser um recurso inevitável, já que as crianças precisam vivenciar determinadas experiências literárias ao longo da vida escolar. A escola deve procurar, no entanto, fazer dessa prática algo prazeroso para a criança. A leitura obrigatória pode fazer parte de um bom instrumento pedagógico, permitindo que as crianças apresentem seus pontos de vista, diferentes interpretações e opiniões. Quando for hora de apresentar os clássicos da literatura brasileira e mundial, o empenho em “conquistar” este novo leitor deve continuar, principalmente porque muitos destes livros apresentam linguagem mais elaborada, abordam assuntos complexos que podem até exigir explicações paralelas sobre fatos históricos, por exemplo.

Nada de mensagens obrigatórias
Livro não tem uma única interpretação, uma mensagem absoluta, muito menos obrigatória. O importante é ter a liberdade para entender.