Biblioteca Pública Prof. Josef Blonski
Rua Henriqueta Rubim, nº 57, centro
São Gonçalo do Rio Abaixo - MG
Tel.: (31) 3820-1902
E-mail: bibsgra@gmail.com

sexta-feira, 29 de abril de 2016

LEITOR DESTAQUE DO MÊS MARÇO

Maycon Bruno de Souza, 23 anos
Rua Januária, nº 646 – Guanabara
São Gonçalo do Rio Abaixo
Livros Lidos:
Caminho espírita; Chico Xavier; O resgate do tigre; Toda sua; A mediunidade espírita; As mães de Chico Xavier; Encontro de paz.

Resumo
Caminho Espírita
                                                                                                      Chico Xavier
Retrata como o ser humano, a alma vivem se relacionando como o ser supremo. Aquele homem que nos ama, que nos deu Jesus.

LEITOR DESTAQUE DO MÊS DE FEVEREIRO

Beatriz Fátima Lopes, 21 anos
Rua Acre, nº 48 – Patrimônio
São Gonçalo do Rio Abaixo

Livros Lidos:
Cinquenta Tons de Cinza; Cinquenta tons mais escuros; cinqüenta tons de liberdade; O inferno de Gabriel; Juízo final.

Resumo
O inferno de Gabriel
Sylvain Reynard
O livro conta a história de Júlia e Gabriel, que depois de anos afastados após um único encontro, se reencontraram. Apesar das dificuldades e das sombras do passado de ambos, os dois tentam superar os traumas juntos, contando também com ajuda de amigos e família.


terça-feira, 19 de abril de 2016

19 de Abril Dia do índio


Saiba como '19 de abril' se tornou o Dia do Índio

O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540, de 1943. Essa data é lembrada e comemorada anualmente pelas comunidades indígenas, de acordo com a Funai, Fundação Nacional do índio, que também exalta a importância do momento. Mas como foi estabelecida a data? 
Em 1943, Getúlio Vargas, que era o atual presidente do Brasil, decretou que todo dia 19 de abril seria comemorado o dia do Índio no Brasil
Em 1940, o México realizou o I Congresso Indigenista, no qual iriam ser discutidos assuntos referentes à qualidade de vida dos índios. Os próprios Índios também foram convidados a participar do Congresso, mas como estavam acostumados a serem desrespeitados, preferiram não participar.
Após alguns dias, os Índios entraram em um acordo e decidiram que iriam participar do Congresso, já que lá seriam discutidos problemas que dizem respeito a eles.
A data em que foi tomada esta decisão tão importante era 19 de abril de 1940. Por este motivo, em 1943, Getúlio Vargas, que era o atual presidente do Brasil, decretou que todo dia "19 de abril" seria comemorado o dia do Índio no Brasil.


Até hoje ocorrem comemorações na data. Geralmente, as festividades são realizadas nas próprias aldeias, ou até mesmo nas sedes dos municípios onde as mesmas estão localizadas. A Funai geralmente contribui financeiramente para as celebrações. Nelas, os índios praticam esportes tradicionais como corridas, canoagem, consomem comidas típicas e fazem manifestações.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

18 de Abril dia Nacional do Livro Infantil


Cinco dicas de redação

Blog do Galeno

Dica 1 → Nunca subestime o poder da leitura: A primeira dica não poderia ser outra, e vamos insistir nessa ideia até que você entenda que não existe um bom escritor que não seja um bom leitor. Você pode até dominar as técnicas, escrever um texto que esteja de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, mas isso não significa, necessariamente, que seu texto cumpra de maneira adequada a missão de comunicar. Um bom texto deve apresentar ideias e argumentos capazes de convencer o leitor, e isso só é possível quando possuímos uma bagagem cultural, bagagem essa que pode ser adquirida por meio da leitura. Portanto, nada de pensar que as coisas caem do céu, comece agora mesmo a cultivar o hábito de ler.

Dica 2 → A hora e a vez do leitor: Para quem você escreve seu texto? Essa é uma pergunta que você deve se fazer antes mesmo de começar a colocar as ideias no papel, já que é indispensável adequar a escrita para cada tipo de leitor. Quer ver só um exemplo? Na oralidade, você faz escolhas linguísticas distintas quando precisa falar com uma criança e quando precisa falar com um adulto, não é verdade? O mesmo raciocínio deve ser levado em consideração na modalidade escrita, lembrando que na escrita, especialmente dos textos não literários, você deve eliminar ao máximo os traços de coloquialidade. Outra situação: se o seu leitor for um leitor médio, isto é, um leitor que não esteja tão habituado à leitura, você deverá optar por um vocabulário mais acessível, bem como construções mais simples e períodos curtos. Portanto, lembre-se sempre de que a escrita perde seu valor quando prescinde da comunicação, que é sua função primordial.

Dica 3 → Desenvolva adequadamente seu texto: Aprendemos, assim que começamos a produzir os primeiros textos na escola, que uma redação precisa ter começo, meio e fim, seja qual for o tipo textual. É claro que estamos falando dos textos não literários, já que nos textos literários a licença poética permite formatos inusitados e surpreendentes. Mas se você optar por escrever uma dissertação, por exemplo, que é um texto opinativo, nunca desconsidere a importância de cada uma de suas partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Parece óbvio, mas muitas pessoas ainda não sabem a importância de cada uma delas, desconsiderando que, sem uma dessas fases, o texto fatalmente ficará sem sentido.

Dica 4 → Cada parágrafo, uma ideia: Se existe um elemento mais problemático do que o parágrafo em uma redação, desconhecemos. Atire a primeira pedra quem nunca ficou em dúvida sobre quando e como iniciar um novo parágrafo, dúvida que na maioria das vezes transforma-se em erro que comprometerá a estrutura textual. Você precisa entender que os parágrafos existem para dar um intervalo entre um assunto e outro dentro do mesmo tema e que eles sempre devem ser desenvolvidos em torno de uma, somente uma, ideia central. Quando você perceber que está falando de outro aspecto do tema que escolheu, é sinal de que deve mudar de parágrafo. Contudo, se ao final da produção textual você percebeu que misturou as ideias, tenha paciência para organizá-las, esse é um exercício fundamental para quem quer escrever bem. Lembre-se sempre de que várias ideias não devem coabitar um mesmo parágrafo.

Dica 5 → Leia seu texto em voz alta: Eis um exercício fundamental para quem quer aprender com os próprios erros, exercício que nem mesmo os exímios escritores dispensam. Ao final de seu texto, leia-o em voz alta e tente entender o que você escreveu. Coloque-se no lugar do seu leitor e fique atento para que nenhum erro passe despercebido. A leitura em voz alta permitirá que você encontre possíveis falhas na concordância e elimine palavras ou ideias repetidas e até mesmo frases inteiras que podem não ser relevantes para seu texto. Não tenha preguiça, essa será a sua última chance de entregar para o seu leitor um texto coerente, coeso e, sobretudo, de leitura agradável.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Para conhecer um pouco mais sobre esse homem que provocou nossas fantasias, quando crianças.

Instituto Pró-Livro

Monteiro Lobato (1882-1948) foi um escritor brasileiro. "O Sitio do Picapau Amarelo" é uma de suas obras de maior destaque na literatura infantil. Foi um dos primeiros autores de literatura infantil em nosso país e em toda América Latina. Tornou-se editor, criando a "Editora Monteiro Lobato" e mais tarde a "Companhia Editora Nacional". Metade de suas obras é formada de literatura infantil. 

Monteiro Lobato (1882-1948) nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato. Alfabetizado pela mãe, logo despertou o gosto pela leitura, lendo todos os livros infantis da biblioteca de seu avô o Visconde de Tremembé. Desde menino já mostrava seu temperamento irrequieto, escandalizou a sociedade quando se recusou fazer a primeira comunhão. Fez o curso secundário em Taubaté. Estudou no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo. 
Ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco na capital, em 1904. Na festa de formatura fez um discurso tão agressivo que vários professores, padres e bispos se retiraram da sala. Nesse mesmo ano voltou para Taubaté. Prestou concurso para a Promotoria Pública, assumindo o cargo na cidade de Areias, no Vale do Parnaíba, no ano de 1907. 
Monteiro Lobato casou-se com Maria Pureza da Natividade, em 28 de março de 1908. Com ela teve quatro filhos, Marta (1909), Edgar (1910), Guilherme (1912) e Rute (1916). Paralelamente ao cargo de Promotor, escrevia para vários jornais e revistas; fazia desenhos e caricaturas. Ficou em Areias até 1911, quando se muda para Taubaté, para a fazenda Buquira, deixada como herança pelo seu avô. 
No dia 12 de novembro de 1912, o jornal O Estado de São Paulo publicou uma carta sua enviada à redação, intitulada "Velha Praga", onde destaca a ignorância do caboclo, criticando as queimadas e que a miséria tornava incapaz o desenvolvimento da agricultura na região. Sua carta foi publicada e causou grande polêmica. Mais tarde, publica novo artigo "Urupês", onde aparece pela primeira vez o personagem "Jeca Tatu". 
Em 1917 vende a fazenda e vai morar em Caçapava, onde funda a revista "Paraíba". Nos 12 números publicados, teve como colaboradores: Coelho Neto, Olavo Bilac, Cassiano Ricardo entre outras importantes figuras da literatura. Muda-se para São Paulo, onde colabora para a "Revista do Brasil". Em seguida compra a revista e a transforma em editora. Publica em 1917, seu primeiro livro "Urupês", que esgota sucessivas tiragens. Transforma a Revista em centro de cultura e a editora numa rede de distribuição com mais de mil representantes. 
No dia 20 de dezembro de 1917, publica no jornal O Estado de São Paulo, um artigo intitulado "Paranoia ou Mistificação?", onde critica a exposição de Anita Malfatti, pintora paulista recém chegada da Europa. Estava criada uma polêmica, que acabou se transformando em estopim do movimento modernista. 
Monteiro Lobato, em sociedade com Octalles Marcondes Ferreira, funda a "Companhia Gráfico-Editora Monteiro Lobato". Com o racionamento de energia, a editora vai à falência. Vendem tudo e fundam a "Companhia Editora Nacional". Lobato muda-se para o Rio de Janeiro e começa a publicar livros para crianças. Em 1921 publica "Narizinho Arrebitado", livro de leitura para as escolas. A obra fez grande sucesso, o que levou o autor a prolongar as aventuras de seu personagem em outros livros girando todos ao redor do "Sítio do Picapau Amarelo". Em 1927 é nomeado, por Washington Luís, adido comercial nos Estados Unidos, onde permanece até 1931. 
Como escritor literário, Lobato destacou-se no gênero "conto". O universo retratado, em geral são os vilarejos decadentes e as populações do Vale do Parnaíba, quando da crise do plantio do café. Em seu livro "Urupês", que foi sua estréia na literatura, Lobato criou a figura do "Jeca Tatu", símbolo do caipira brasileiro. As histórias do "Sítio do Picapau Amarelo", e seus habitantes, Emília, Dona Benta, Pedrinho, Tia Anastácia, Narizinho, Rabicó e tantos outros, misturam a realidade e a fantasia usando uma linguagem coloquial e acessível.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

LEITOR DESTAQUE DO MÊS DE JANEIRO

Artúlia Inês Santos da Silva,18 anos
 Rio Claro (Zona Rural)
 São Gonçalo do Rio Abaixo

 Livros Lidos:
Ensaio sobre a cegueira; Laços de família; O primo Basílio; Os deixados pra trás; Até que a vida os separe; A sombra de uma paixão;  Nada e como parece; Contos do dia a dia; Orgulho e Preconceito; Deus estava com ele; Cheio de charme.

Resumo
Nada é como parece
Marcelo Cezar
Romance espírita retrata a história de Euládia, Chiquinha e Cora, amigas que depois de anos, voltam a ser relacionas, trazendo a tona um passado cheio de conflitos e desentendimentos, mostrando com clareza que em sociedade nem sempre as pessoas são como parecem. Um livro que traz reflexão e emoção.


LEITOR DESTAQUE DO MÊS DE DEZEMBRO

Andréia Fidélis Batista, 7 anos
Rua: Raimundo Oscar N º102 – Guanabara
São Gonçalo do Rio Abaixo

LIVROS LIDOS:
Dora a aventureira: os filhotes de gêmeos; Dora a aventureira: Siga as pegadas; Mickey; Os últimos super heróis; Os fantasmas de Derick Stone; Guardando segredos; O calção de jacaré; Barbie: Aurora boreal; Barbie: o rei dos duendes; Barbie: o dragão de gelo; Barbie: Viagem às estrelas; Barbie: a árvore cantora; Barbie: a princesa chapeuzinho dourado; Barbie: a ponte do ogro; Barbie: Misty, o unicórnio mágico; Barbie: a cauda da sereia; Barbie: Amélia e o urso;  Barbie: a arca do arco-íris;  Barbie: a flor da noite; Barbie: convidados indesejados.

                                               RESUMO
Barbie: Viagem às Estrelas
Editora Fundamental Educacional
Aurora é a deusa do céu, mas Etéria queria ser a deusa do céu, por isso roubou a Grande Arca, prende todas as estrelas numa bolha para destruí-las. 

terça-feira, 5 de abril de 2016

LEITOR DESTAQUE DO MÊS DE NOVEMBRO

Andréia Aparecida Oliveira, 22 anos
Rua Raimundo Mateus, Nº 169 – Guanabara
São Gonçalo do Rio Abaixo

LIVROS LIDOS
O cavaleiro do dragão; A dança dos dragões; Águas para elefantes; Doze anos de escravidão; Jogando xadrez com os anjos; O milagre; Querido John; Crepúsculo; Lua Nova; Eclipse; Amanhecer; Drácula; O filho de Netuno; Os homens que não amavam as mulheres. Bruxo e Bruxa; Alice no país das maravilhas; Melancia.

RESUMO
Doze anos de escravidão
(Solomon Northu)
Conta a história de um homem negro que nasceu livre na era da escravidão. Ele é seqüestrado e vendido como escravo, Solomon Northup trabalha em uma plantação de algodão, luta para provar que era um cidadão livre e poder reencontrar a família, que não sabia de seu paradeiro até o dia em que ele aparece após longos anos de trabalho duro e muita luta.